Mobilidade nas Ruas - Mobilidade Fluminense

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REGIÃO METROPOLITANA

A região metropolitana do Rio de Janeiro surgiu como conseqüência da expansão industrial e do natural deslocamento de grande contingente populacional em direção à periferia metropolitana. As atividades industriais e alguns serviços se espalharam em direção à Baixada Fluminense e para o lado oriental da baía de Guanabara, onde se destacam hoje os municípios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí.

REGIÃO DAS BAIXADAS LITORÂNEAS

Todos os municípios dessa área já apresentam um índice de urbanização em torno de 80%, devido às constantes melhorias nas comunicações – construção de novas rodovias, aeroportos etc. Os principais elementos do dinamismo dessa área foram o turismo, a reativação da pesca e da MARICULTURA, algumas indústrias e, em grande parte, a exploração de petróleo na plataforma continental. Até essas atividades se organizarem ou se reorganizarem, como é o caso da pesca, as baixadas litorâneas viveram algumas décadas de baixo nível de crescimento econômico que acabou se revertendo em condições de vida pouco favoráveis, o que não signifi ca que as novas atividades tenham efetivamente dado mais benefícios à população, em geral.

 

REGIÃO SUL

A região é uma antiga área cafeeira, ocupada depois pelo gado e, mais tarde, pela atividade industrial. A ligação rodoviária entre o Rio de Janeiro e São Paulo, contribuiu muito para a ampliação da infra-estrutura na região. Do ponto de vista natural, a região é formada pelas terras altas das serras do Mar e da Mantiqueira, apresentando um clima tropical de altitude. Com o desenvolvimento industrial e o turismo, vieram as agressões ao meio ambiente. O desmatamento causou a erosão, os deslizamentos e a desproteção de mananciais. A poluição dos rios, com o lançamento de dejetos industriais, tem sido um problema constante.

 

REGIÃO SERRANA

A região serrana do estado constitui uma área um pouco diferente das demais, no que se refere ao clima e à população. As terras elevadas das serras do Mar e da Mantiqueira correspondem ao clima tropical de altitude, onde as temperaturas mais baixas atraíram turistas desde a época do Império. No século XIX, a presença de imigrantes suíços e alemães trouxe características próprias a algumas áreas da região serrana.

REGIÃO NORTE

A região é formada por uma extensa planície com sedimentos fluviais e marinhos. À medida que avançamos para o interior, a PLANURA dá lugar a tabuleiros sedimentares, com topografia suave, e mais para oeste aparecem colinas e os primeiros patamares da serra do Mar. Essa característica da planície sedimentar favoreceu não só o cultivo da cana-de-açúcar, como também as pastagens.

 

REGIÃO NOROESTE

O noroeste fluminense é a mais pobre das regiões do estado do Rio de Janeiro, sendo sua economia baseada na agropecuária e no comércio. Trata-se de uma área influenciada pela altitude, onde, além da pecuária leiteira, que é predominante, há tentativas de retomada do cultivo de café, em lugares como Bom Jesus de Itabapoana. Essa região apresenta baixos índices socioeconômicos, concentração de renda e padrões de consumo típicos de áreas rurais pobres. O fenômeno dos bóiasfrias, é também bastante comum nessa área.

 
 
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